26º Domingo do Tempo Comum – 2021


Domingo, 26 de setembro.


No evangelho de três domingos atrás, Jesus já fazia, em Cesárea de Filipe, o primeiro anúncio da sua paixão, onde Ele seria entregue em Jerusalém, condenado, morto na cruz e no terceiro dia ressuscitaria. Cesárea de Filipe é onde nasce o Rio Jordão, e lá havia um templo construído por Alexandre Magno em homenagem ao deus Pan, onde mais tarde, Filipe, filho de Herodes, mandaria ampliar. E foi diante deste templo que Jesus Cristo fez a grande pergunta aos discípulos: “Quem sou Eu para vocês?” e Pedro responde: “Tu és o Messias!” Jesus o elogia mas logo o repreende porque Pedro não quis aceitar que Jesus deveria ser morto na cruz, e diante disso, São Pedro teve que passar por um processo de aprendizado (conversão), para saber quem é Jesus Cristo.

No evangelho do domingo passado, os discípulos estavam discutindo quem deveria ser o maior no Reino de Deus. E Jesus explica a eles: “Quem quiser ser o primeiro, que seja o último!”

No evangelho de hoje, João, o discípulo mais amado de Cristo, vai dizer a Jesus: “Mestre, vimos um homem expulsando demônios em seu nome, mas nós o proibimos porque ele não faz parte do nosso grupo!” E Jesus repreende João, porque dá a entender que os discípulos de Cristo eram melhores que os outros. O Cristianismo não é uma associação dos melhores do mundo, então Jesus vai ensinar mais uma vez aos seus discípulos quem Ele é, convertendo-os, pois conversão em hebraico significa colocar Deus em primeiro lugar.

No livro do Genesis quando a serpente convence Eva de que o fruto era doce ao paladar, de aparência bela, e necessário para o conhecimento do bem e do mau, Padre Manoel em sua homilia nos explica que estas são as três grandes tentações do ser humano: A tentação do comer, a tentação do ver e a tentação do poder. E o que isto tem a ver com a liturgia de hoje? Jesus manda arrancar um olho se este estiver levando a pecar, porque é melhor entrar no Reino de Deus com um olho só, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno. O olho vê, mas o olho deseja, aí vem a inveja e a cupidez, porém o olho também nos ajuda a enxergar a beleza das coisas.

Já o demônio vive tentando nos convencer que Deus fez errado a nossa história, fazendo nos questionar: por que eu nasci assim? por que eu cresci assim? por que eu passei por esta dificuldade ou tribulação? por que aquela pessoa que eu amava teve que morrer? por que eu tive que passar por privações? por que meus pais são assim? ou por que eles se separaram? É a questão do ver, ver a minha história e minha realidade e não aceitá-las.


Jesus também passou por três tentações no deserto, e venceu todas elas, porque na sua humildade, aceitou sua realidade e condição humana. Já o ser humano fica pedindo milagres pra Deus achando que isso vai resolver o problema da sua vida, porque acha que Deus não o ama na sua História.

Já a tentação de cortar a mão, significa que a mão simboliza o trabalho que você acumula para si, ou seja, a gula, que gera a inveja e a ira, pois uma pessoa gulosa é também uma pessoa irada, porque comer demais significa acumular. E quando Jesus foi tentado com a gula no deserto, Jesus disse: “Não só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.” O mundo nos diz que se acumularmos bens seremos felizes e com isso iremos saciar a nossa fome e sede de amor, e Jesus mostra que não é somente isso que nos dá sentido a nossa existência. Jesus quer dizer que, se aquele bem te leva a ser escravo dele, ou seja, a pecar, corte-o.

A última tentação é a dos pés, é onde a serpente diz à Eva que ela pode ser livre e independente, o pé me dá autonomia, me leva para onde eu quero e a ter o conhecimento do bem e do mau sem precisar depender de Deus. Pura mentira do demônio, porque somos dependentes de Deus sim! É onde o demônio no deserto leva Jesus nos alto das montanhas e promete todo o reinado do mundo se Jesus o adorar, mas Jesus não aceita adorá-lo porque sabe que nada pertence ao demônio e sim a Deus. Jesus diz que se esta visão de autonomia te leva a pecar, corte-a.

Se quisermos vencer na vida, Jesus nos dá toda a graça e tudo o que é necessário para que possamos vencer com liberdade, sem nos escravizarmos a nada, basta colocarmos nossas vidas em suas mãos. Deus é capaz de mudar a tua história e estas dificuldades que você passou na vida em um bem imenso aos irmãos e irmãs. E o anúncio, não é dever de um grupo e sim o dever de todos.

AVISOS:


Dia 01.10 No Salão Paroquial!!! Os Jovens deverão chegar às 19h45 para começarmos todas as atividades às 20h! Tragam os Jovens para essa noite incrível!

25º Domingo do Tempo Comum – 2021


Domingo, 19 de setembro.


Quem acolhe Jesus, acolhe também quem o enviou. Pois quem acolhe a palavra de um sacerdote, que prega em nome de Cristo, acolhe quem ele representa: Jesus Cristo. Por isso a importância da autoridade daquele que prega uma palavra de salvação e de vida eterna.

Estamos em um tempo em que as autoridade são contestadas, por exemplo a autoridade familiar onde o filho contesta o pai ou a mãe, o marido que não dá autoridade àquilo que a esposa fala e vice-versa. Na nossa política onde a falta de autoridade em nosso país acaba afetando nossa relação com Deus, onde muitas vezes não damos a autoridade que nosso Pai Celestial exige, porque damos autoridades as coisas do mundo.

No evangelho do domingo anterior, Jesus levou os discípulos à Cesareia de Filipe e diante do Deus Pagão, perguntou aos discípulos: “Quem sou eu para vocês?” E Simão respondeu: “Tu és o Messias, o filho de Deus!” Jesus se alegra tanto com a afirmação de Simão que muda seu nome para Pedro. Logo em seguida, Jesus começa a esclarecer que tipo de Messias Ele é, que Ele seria entregue em Jerusalém para ser crucificado, morto, sepultado e ressuscitado no terceiro dia. Nisto, Pedro pega jesus à parte e começa a repreendê-lo. E jesus diz a Pedro: “Afasta-te de mim satanás!” Porque Pedro pensava de acordo com o conceito humano e não com o conceito divino.

Quem Jesus para nós? é aquele que resolve nossos problemas de conta bancária? apesar de existir muitas igrejas que oferecem este tipo de Deus (o Jesus da teologia da prosperidade), mas não é este o Jesus verdadeiro.

No evangelho de hoje nós temos o segundo anúncio da paixão de Jesus Cristo, onde Jesus repete aos discípulos que ele será entregue em Jerusalém para ser crucificado, morto, sepultado e ressuscitado no terceiro dia. Nosso Deus é aquele que assumiu todos nossos pecados na cruz para que todos nós fossemos libertados. Ele morreu na cruz para que tenhamos vida. Jesus é um Deus que não pecou mas assumiu nossos pecados, portanto sem a cruz, não há razão de existir o Cristianismo.

Hoje em dia, muitas vozes do mundo querem tirar nossa cruz dizendo: “pra que aguentar esses filhos, este marido, esta esposa que não te ama ou este chefe que te explora?”

Padre Manoel em sua homilia contou a estória de um homem que vivia reclamando de sua cruz, até que um dia Jesus apareceu a ele e o levou a uma caverna. Ao chegar lá, Jesus pediu para aquele homem deixar sua cruz ao lado da porta,  e ao entrar, haviam um monte de cruz para ele escolher. Depois de experimentar todas, viu que não tinha nenhuma cruz de seu agrado, e quando saiu da caverna viu a cruz que estava ao lado da porta e resolveu experimentar. Ao experimentá-la ficou extremamente satisfeito e disse a Jesus: “É esta!” e Jesus respondeu: “Filho esta era a sua cruz que vc deixou antes de entrar na caverna!”


Cada um de nós tem uma cruz e a sua cruz não é nem mais pesada e nem mais leve que a de seu irmão. Por isso Jesus diz: “Quem quiser me seguir renuncie a si mesmo e tome sua cruz!” A cruz para nós cristãos jamais deve ser sinal de sofrimento, porque a cruz será sempre gloriosa. Pois nossos sofrimentos nos levarão a vitória e a salvação, e com Cristo somos mais que vencedores.

Não devemos reclamar dos sofrimentos que passamos na vida, pois para o cristão, o sofrimento é um grande caminho para a salvação e quem quiser ser o maior, seja o que serve, porque na cruz destrói-se todo orgulho e toda vaidade. Podemos também oferecer o sofrimento que passamos pela conversão de nossos irmãos e salvar muitas vidas. Peçamos a Deus: “Senhor eu não entendo este sofrimento que eu passo mas quero oferecê-lo pela conversão da minha família, pela igreja, pelos políticos etc.”

Também peçamos a Deus que Ele nos dê a graça, a coragem, a alegria e a esperança de carregarmos a nossa Cruz, pois com isto estaremos manifestando a vitória de Cristo.

AVISOS:

VISITA ESPECIAL AO SANTUÁRIO DE APARECIDA EM COMEMORAÇÃO AO OUTUBRO ROSA.

Dia 27/09 será realizada a Peregrinação ao Santuário de Aparecida. Saída do SPFC às 6h00. Inscrições na CAU com a doação de 2 kg de alimentos não perecíveis. Encontro no portão 7.

Almoço: Opcional (buffet completo com bebidas à parte) R$ 60,00,  cobrado no boleto do clube. Local: Mosteiro Bom Jesus, onde o Papa Bento XVI se hospedou em sua visita ao Brasil.

23º Domingo do Tempo Comum


Domingo, 05 de setembro – mês da Bíblia.


“Aquilo que é caótico para o mundo, Deus faz o cosmos, ou seja, põe tudo em seu devido lugar.”

A primeira leitura de hoje, tirada do livro do profeta Isaias, também chamado de livro da consolação, onde o povo de Israel, tido com escravo na Babilônia, questionava a existência de Deus. E o profeta Isaias vai transmitir uma palavra de esperança e consolo aquele povo: “Dizei às pessoas deprimidas: Criai ânimo e não tenhais medo, porque o Senhor vem fazer justiça!”

Você acha que nesta situação que você está passando, já de muito tempo, que te oprime e te entristece, Deus não está olhando para você? Pois Ele te diz: “Eu vou fazer justiça!” Pois a justiça de Deus é melhor que a justiça dos homens.

“Onde está seco, Eu trarei água e onde está as trevas, Eu trarei a luz! Farei o mudo falar, farei o cego enxergar, farei o surdo ouvir…” Deus quer nos tirar desta situação de fracasso porque nos ama mais do que tudo.

Na segunda leitura, São Tiago diz que Deus não faz acepção de pessoas, não importa se a pessoa é rica ou pobre. Deus ama cada um de nós como se fossemos únicos no mundo, ou seja, Deus me ama mais do que todos e ama você mais do que eu. Porque cada um de nós é único no mundo, e o amor de Deus é único para cada um de nós. Pois se existisse só você no mundo e tivesse experimentado o pecado, Deus também teria trazido seu filho ao mundo para morrer por você. Deus ama a todos, até aquele pecador, infinitamente e plenamente.

No evangelho de hoje, Jesus, na região da Decápole, região pagã da palestina, quer deixar claro que a palavra de Deus não é exclusiva somente para o povo de Israel e sim para todos os povos. Em Decápole, Jesus procede a cura a um homem, que foi trazido por algumas pessoas para ser curado da surdez e da dificuldade de falar.

Nos tempos de hoje, quem é o surdo e quem fala com dificuldades? É quando ouvimos a palavra de Deus e não a acolhemos em nossas vidas, ou então quando a acolhemos e escutamos mas achamos que estes ensinamentos não são para nós, mas sim para o outro. Assim estamos julgando a palavra, e quando a julgamos, também estamos surdos, portanto toda a palavra é para nós.

E por que somos gagos? porque muitas vezes escutamos a palavra de Deus e não permitimos que ela entre em nossos corações por inteiro, pois quando o mundo nos cobra, titubeamos diante à verdade, não proclamamos a palavra por inteiro, usamos de meias verdades.

Para escutarmos a palavra de Deus é preciso que o Espírito Santo haja em nós, se não, o mundo rouba a beleza desta palavra, ou seja, a glória de Deus que foi conquistada por Jesus Cristo na Cruz. Pois todos os que foram batizados têm o poder do Espirito Santo dentro de si. E São Paulo reforça: Vós sois templo do Espírito Santo!” Por isso devemos pedir para o Espírito Santo agir em nossas vidas para nos dar o dom da ciência (o conhecimento da vontade de Deus), inteligência (para compreendermos a vontade de Deus) e o discernimento (para usarmos os ensinamentos de Deus no dia-a-dia).

Jesus ao tocar os ouvidos daquele homem, o converte, o faz escutar e entender a Palavra de Deus, e por último, Jesus cospe e com sua saliva, toca na língua deste homem fazendo-o falar. A saliva, segundo a tradição bíblica, é a concentração da vida, o hálito vital, que no hebraico tem o nome de Huah, é o mesmo nome para o Espirito Santo, o sopro da vida. Este homem passa a falar a verdade por inteiro.

Cristo quer nos capacitar a escutar e colocar a palavra em prática, ou seja, destravar nossas línguas para que não tenhamos vergonha de falar bem de Deus. E que possamos louvar e bendizer a Deus em todas as circunstâncias de nossas vidas, sejam boas ou ruins. E que possamos encontrar nele forças para superar nossas dificuldades. Que sejamos pessoas livres, curadas e que levemos a palavra de Deus às pessoas de forma verdadeira de acordo com a vontade de Deus.

Que a partir deste mês possamos praticar mais a leitura bíblica. Padre Manoel em sua homilia nos recomendou começarmos com a primeira carta de São João, são apenas 6 capítulos muito bela de se ler, pois fala sobre o amor de Deus. Ao lê-la, se pergunte o que Deus quer falar pra você, e terminado esta carta, vá para os evangelhos – este ano estamos lendo o evangelho de São Marcos cuja principal mensagem se resume na Divindade de Jesus. Jesus é filho de Deus, portanto Jesus é Deus.

22º Domingo do Tempo Comum – 2021


Domingo, 29 de agosto.


Neste domingo, retomamos o evangelho de São Marcos, onde Jesus, no Mar da Galileia, recebe uns fariseus que vieram de Jerusalém para colocá-lo à prova. Um autentico Judeu é aquele que segue os mandamentos dos 5 livros do antigo testamento, a Torah. Por isso existe uma festa muito bonita na tradição judaica para celebrar este livro, onde os judeus pegam os rolos da torah e dançam com eles como se fossem uma esposa, tal é a alegria deste povo com a palavra de Deus.

Já os cristãos católicos não têm o hábito de ler a palavra de Deus, em família, no trabalho, nas suas atividades etc, a maioria só escuta a palavra de Deus na Missa, e olhe lá. Já, nossos irmãos protestantes são muito mais assíduos na leitura da palavra, fato que deveria ser copiado pelos católicos, fazer com que a palavra de Deus possa permear e nortear suas vidas.

Jesus como um bom Judeu não veio para abolir a lei, mas para dar cumprimento a ela; e como Jesus cumpre esta lei? na dimensão do amor. Jesus não é um doutor moralista da lei, Ele resume a lei em dois mandamentos: Amar a Deus como todas as coisas e amar ao próximo como Ele nos amou.

No evangelho de hoje, Jesus não critica o rito dos judeus em lavar as mãos antes da refeição, Jesus alerta os fariseus de ficarem preocupados apenas com o rito exterior do que com o rito interior, ou seja, esquecem que a maior impureza está dentro de seus corações. De nada adianta o homem purificar as mãos se o seu coração está impuro. Jesus chama isto de hipocrisia. Para Jesus, nosso grande problema está em querer representar aquilo que de fato não somos.

O problema da sociedade moderna também é o da hipocrisia, pois está sempre exigindo de nós algo que não somos. É fato que em alguns momentos precisamos nos mascarar, mas o problema é quando tomamos gosto daquilo que não somos. O Cavaleiro Preso Na Sua Própria Armadura é um ótimo livro que retrata bem esta realidade (John Fisher). Para Deus, nós não precisamos de máscaras para viver, pois Ele nos ama do jeito que nós somos, porque somos seu reflexo, portanto devemos ser autênticos naquilo que Ele nos pede.

Deus quer que vivamos a Religião na autenticidade, sem precisar mendigar afeto ou amor, porque Jesus nos ama tanto que se entendêssemos isso,  daríamos amor, ao invés de sugar a atenção do próximo.

Na carta de São Tiago, na segunda leitura de hoje, ele diz: “Recebei com humildade a palavra que vos foi implantada e que é capaz de salvar e dar vida!” Padre Manoel ressaltou em sua homilia que a palavra nos foi dada em nosso batismo e que quando temos a palavra de Deus em nossos corações, temos a vida em plenitude, ou seja, a salvação. A palavra de Deus nos norteia, nos dá ânimo e nos corrige para que vivemos de acordo com a vontade de Deus.

Se a palavra de Deus nos dá vida e salvação, não devemos ser meros ouvintes da palavra, mas praticantes, porque somos obras primas de Deus, por isso não precisamos nos maquiar para sermos amados, basta darmos testemunhos cristãos de nossas vidas. “Os Verdadeiros adoradores são aqueles que adorarão em Espírito e em Verdade!”

Hoje Celebramos a solenidade de Santa Suzana

Santa Suzana foi uma jovem prometida em casamento ao General Galério, oferecido pelo Imperador Romano Diocletiano em meados dos anos 295 DC. Diocleciano queria a hegemonia de seu império e Suzana era sua única parente mulher e assim formaria a famosa tetrarquia romana. Suzana que veio de uma família cristã tinha um pai que se tornou padre quando viúvo e um tio Papa, sua casa era uma das primeiras igrejas domésticas da época, por isso Suzana tinha convicções e valores cristãos.

Diocleciano quis que Suzana fosse imperatriz do império Romano ao se casar com Galério, desde que ela adorasse ao Deus Júpiter, logo Suzana se nega a praticar este ato pagão e com isso é decapitada junto a seu pai e seus irmãos. Seu tio Caio tenta fugir para as catacumbas, mas depois é pego e também morto. Santa Suzana foi autentica, pois aquilo que ela acreditava, era aquilo que ela também vivia.

Avisos:

Próximo domingo, como todo primeiro domingo do mês, à partir das 9h30, Padre Manoel realizará confissão individual no Salão de Festas do Clube.

21º Domingo do Tempo Comum – 2021


Domingo, 22 de agosto.


Neste domingo estamos encerrando o 6º capítulo do evangelho de São João que começou há quatro domingos atrás com a multiplicação dos pães, e que mostra, no decorrer dos capítulos, que o povo vai querer estar na presença de Jesus só porque querem pão e não porque viram os sinais de que Ele é o Messias. E Jesus diz: “Eu sou a Eucaristia, quem comer deste pão terá a vida eterna!” Ao ouvirem isto, muitos se escandalizaram e deixaram de seguir Jesus.

Imaginemos que tudo aquilo que nos escraviza, que é um peso ou um fardo para nós, está sendo representado pelo povo hebreu que viva como escravo no Egito. Deus, através de Moisés, livrou aquele povo da escravidão, e através de um grande milagre, o fez passar pelo mar vermelho a pé enxuto. Padre Manoel, em sua homilia, ressaltou que este Egito, muitas vezes, está dentro de nós.

O Mar Vermelho simboliza o batismo, lugar onde fomos mergulhados e depois saímos como criaturas novas. Portanto quem é batizado já passou pelo “Mar Vermelho”. Nesses quarenta anos que povo hebreu passou no deserto, foi um tempo de aperfeiçoamento e preparação, ou seja, um tempo de crescimento que cada um de nós viveu até agora, onde Deus tem agido sem deixar faltar o alimento, etc.

Neste deserto somos tentados o tempo todo, assim como Jesus foi tentado no deserto. A tentação do pão, a tentação da história e a tentação do poder. O que está escrito na bíblia, não é só a história do povo hebreu, mas sim a nossa história.

Moisés não consegue entrar na terra prometida, e quem entra é seu fiel escudeiro Josué, junto ao povo escolhido. E quando eles entram na terra prometida, encontram sete povos idólatras morando ali. E Deus fala a Josué: “Eu irei destruir estes sete povos que os impedem de viver lá!” Os sete pecados capitais, representados por aquelas sete tribos, ainda viviam nos corações do povo de Deus.

Os sete pecados capitais também estão dentro de nossos corações, e o que nos impede de vencê-los é a nossa falta de temor e obediência a Deus. Deus pediu ao povo Hebreu que não adorassem nenhum outro Deus, a não ser Ele: “Escuta Israel, o Senhor é teu Deus e o Senhor é um. Não adorarás outros deuses! Tu é meu Israel!”

A infidelidade do povo de Israel, assim como a nossa, sempre foi algo tremendo a Deus e que os imputava com grandes penitências. Josué diante destes povos estrangeiros viu o povo de Deus se deixando levar a prestar culto aos seus ídolos. E Josué diz: “Eu e minha família serviremos ao Senhor!” e no final o povo de Deus diz: “Nós também serviremos ao Senhor!” Deus nos ama e quer nos libertar da escravidão, das idolatrias, de nossa história, daquilo que nos impede de nos perdoarmos.

Muita gente acha que a igreja deve se modernizar, E o que Jesus tem a dizer sobre isso? Pra quem não concorda com os ensinamentos da Igreja, Jesus o convida a se retirar, assim como fez com os discípulos.  A palavra de Deus é única e a verdade não muda. O mundo que tem que se voltar à palavra de Deus e não a palavra de Deus que tem que se modernizar.

AVISOS:

JUVENTUDE 360º

O convite é para você Jovem de 10 a 18 anos. No dia 17 de setembro às 20h00, no salão paroquial de Santa Suzana, teremos o nosso primeiro encontro com muita música, jogos, animação e por fim adoração ao Santíssimo.

Será um encontro de Jovens com Cristo, na rua David Ben Gurion, 777. Ele espera por você!

 

19º Domingo do Tempo Comum – 2021


Domingo, 08 de agosto.

MISSA DO DIA DOS PAIS

Na liturgia católica é muito importante fazer memória, porque na missa fazemos memória do corpo e sangue de Cristo: “Fazei isto em memória de mim!”, foi o que Jesus Cristo disse na última ceia aos discípulos. O maior dom que Jesus Cristo realizou, foi dar sua vida para a remissão dos nossos pecados.

Graças a Jesus Cristo é que passamos a entender Deus como nosso pai, assim como na oração do Pai nosso. Pai no sentido bem próximo, como se fosse papai nosso. Os pais são chamados a serem imagem e expressão do Pai do céu para seus filhos, por isso os pais são capazes de entregar suas vidas pelos seus filhos, mesmo que tenham que corrigi-los, porque no momento inicial, isto pode não ser agradável para os filhos mas depois agradecerão.

Na bíblia há muitas passagens que revelam que a paternidade é um dom sobrenatural porque ser pai é uma missão que o próprio Deus deu ao homem, pois o filho é fruto do amor de um pai e uma mãe. O pai é sempre chamado a exercer sua paternidade a partir de uma imagem, de um modelo, de nosso Pai que está no céu.

Peçamos a Deus que abençoe os pais de toda a humanidade para que possam receber a graça de exercer sua paternidade em suas respectivas famílias, transmitindo a fé aos seus filhos. Que os filhos possam seguir os exemplos dos pais em vida, na fé e na conversão.

Na primeira leitura, assim como no evangelho, fala do alimento, do pão, alimento essencial para a sobrevivência do ser humano. O alimento pode ser visto de forma biológica, para sustentar o corpo e dar energia, para não falecermos; e o alimento também pode ser visto como aspecto social porque comemos com o outro, pelo menos na tradição bíblica, judaica ou cristã, a refeição é sempre tomada em companhia de.

Hoje, devido a fast-foods, comemos sozinhos, sem socializar com o outro. Este ato serve muito mais para saciar o momento de fome do que se socializar.

Jesus quando deixou o maior sinal do seu amor para nós, foi através de uma refeição – a Ceia Pascal. O alimento além de nos favorecer a vivermos em comunhão, tem uma estética, e esta estética, faz com que o alimento não alimente somente o corpo, mas também a alma. Esta estética, no sentido religioso, significa que a refeição é sagrada.

Até em outras culturas, a refeição sempre teve uma conotação sagrada, portanto todo alimento tomado em um sentido estético e religioso, nos faz comparticipes de uma realidade sagrada, por isso toda refeição deve ser precedida com uma oração em agradecimento. Devemos bendizer àquele que concebeu o alimento para nós.

É Deus quem nos concede força para trabalhar e nos concede o sustento para que tenhamos o alimento sobre nossa vida, pois tudo é sagrado quando vem de Deus.

Na primeira leitura, Elias não suportava mais a perseguição, e cansado, encosta no deserto e pede para Deus tirar sua vida. E eis que chega um anjo trazendo pão e um jarro de água, dizendo: “Coma e beba!” Este alimento não era apenas material, mas sim espiritual, dando sentido a sua existência e caminhada. Significa que através deste alimento, Deus está dando forças para Elias ter fé para cumprir sua missão.

Fé é um processo de crescimento no conhecimento e na experiência de Deus, onde pouco a pouco vamos conhecendo Jesus Cristo e sentindo a necessidade de o aceitarmos em nossas vidas. “Quem come deste pão terá a vida eterna!” “Sede bons uns para com os outros! Sede imitadores de Deus!” Portanto, devemos ser felizes com o hoje e não com a amanhã!

Oração em Homenagem aos Pais

Pai, Deus o constituiu par ser o melhor pai do mundo, não melhor do que todo mundo, mas o melhor para seus filhos e para sua família, por isso você é capaz de amar incondicional e infinitamente, capaz de apoiar, de orientar e encorajar seus filhos. E para que você pai não se perca nesta missão, que é bastante árdua sabemos, Deus deu o exemplo de pai para ser seguido – São José.

E olhando para São José em meio a tantos desafios pelos quais passamos hoje por causa da pandemia ou por outros problemas em relação à família, possam todos os pais encontrar em São José o seu amparo. Que todas as virtudes de São José, a obediência a Deus, a ternura com Maria e com Jesus, a preocupação com seu filho, ensinando uma profissão a ele, educando-o na fé, providenciando todos os cuidados necessários e sua prudência e coragem diante de ter que enfrentar.

Que estas virtudes sejam alcançadas por todos vocês pais e que, por intercessão de São José, sejam todos abençoados vocês que são os cuidadores do santuário da vida, nossas famílias. Amém

AVISOS:

18º Domingo do Tempo Comum – 2021


Domingo, 01 de agosto.

A fé, na ressurreição de Jesus Cristo, nos dá a certeza de que nós seremos semelhante a Ele, gloriosos e ressuscitados, através do Batismo e da Eucaristia. A morte não rouba nossa existência, nossa inteligência e nossa razão. Somente a matéria se decompõe. Para os santos a morte significa entrar na vida, ou seja, a vida eterna.

O demônio se aproveita dos nossos momentos de sofrimento, pra infiltrar em nós a dúvida e o desespero. Nunca devemos ceder ao demônio a possibilidade de duvidarmos da existência de Deus, porque a morte biológica não é o ponto final da nossa existência, pois não devemos nem ousar a admitir esta nossa fraqueza, principalmente quando perdemos um ente querido. Por que se isto acontecer, perdemos o desejo de viver e caímos em um buraco chamado depressão.

Padre Thiago em sua homilia disse que os remédios que os psiquiatras nos prescrevem para depressão só amenizam os efeitos, mas o buraco fica, e se não lutarmos para vencer este mau, e isto inclui o apego a fé cristã, não conseguiremos vencê-lo.

Devemos nos prostrar diante o santíssimo sacramento e entregar a Deus estes males que não nos pertencem e pedir a graça de não ficarmos ruminando e deixando este vazio aumentar. Devemos pedir a Deus a graça da fé e da perseverança para preencher este vazio. Nós só temos um dia de vida que é o presente, o passado não nos pertence mais e o futuro não existe. E o presente se chama presente, porque significa: Um presente de Deus.

Ninguém pode nos dar o consolo a não ser a providência divina. Para Padre Thiago, a fé não anestesia nossas dores, mas sim nos dá forças para caminharmos e cumprirmos nossa missão como pai, como mãe, como marido, esposa ou um missionário de Deus, ou seja, a fé nos capacita a enfrentar os desafios e as dores da vida.

Na primeira leitura vimos o texto do Êxodo que em hebraico se chama Shamót, em 300 anos antes de Cristo foi traduzido para o grego, na cidade de Alexandria no Egito. Já os judeus de Israel não aceitaram a tradução do Shamót pois diziam que a palavra de Deus não podia ser traduzida.

Naquela época, existia mais judeus fora de Israel do que dentro, e Israel era a província romana mais turbulenta da terra porque os judeus nunca aceitaram a dominação romana. Então muitos judeus migraram para Alexandria e lá havia uma comunidade de judeus maior que o número de judeus que vivia em Israel. Em Alexandria os judeus viviam em paz, mas as gerações que se passaram perderam a língua hebraica. Então os judeus pediram para o faraó pedir ao rei do Egito contratar tradutores para traduzir o Torat para o grego.

Jesus Cristo e os apóstolos quando faziam citações do antigo testamento, faziam através das traduções gregas, por isso a Igreja Católica usa os textos gregos.

Não existe evidência histórica da passagem do povo hebreu no mar vermelho, mas é fato que eles passaram, senão hoje não existiria o povo de Israel. Para Deus, o milagre é a realização do impossível. Nossa fé não tem que ser baseada na opinião dos outros, nossa fé é baseada na revelação, e a revelação está na escritura.

17º Domingo do Tempo Comum – 2021


Domingo, 25 de julho.


Sair da barca significa sair de seu próprio egoísmo, de seu individualismo, de seu fechamento e ir ao encontro do outro, ou seja, é ter misericórdia e compaixão dos necessitados, experimentando também o sofrimento do outro e assim poder auxiliá-lo com a sua caridade e compaixão. Ensinar, significa ensinar com seu próprio testemunho, foi o que Jesus fez quando teve compaixão dos necessitados. Com isso somos chamados a contagiar as pessoas com nosso testemunho, fazendo com que elas mudem de atitude a partir da nossa mudança de atitude.

Na primeira leitura, o profeta Eliseu pede ao homem de Baal-Salisa que dê de comer a cem pessoas, apenas vinte pães de cevada e trigo novo. Mesmo duvidando, o homem deu de comer à multidão e ainda sobrou, porque a lógica de Deus é diferente da lógica do homem, pois Deus é capaz de fazer mais do que imaginamos. No evangelho de hoje, Jesus ensina alimentando a multidão, o alimento necessário para que eles tenham vida em plenitude.

Neste momento, Jesus coloca os discípulos à prova para que eles exercitem a fé, assim como Deus nos coloca à prova diante das circunstâncias e histórias de nossas vidas, que mesmo no sofrimento, Deus nos deu o dom da fé para que possamos olhar a realidade com outros olhos. O Espírito Santo é como um óculos que quando enxergamos sem ele, não entendemos o significado dos acontecimentos, nós vemos o mundo de modo distorcido. Com o Espírito Santo, aquilo que para o mundo pode ser um fracasso, para nós cristãos não é.

No evangelho, a lógica de Filipe foi como a lógica humana, material, do dinheiro, quando ele duvidou que eles conseguiriam alimentar aquela multidão apenas com cinco pães e dois peixes. Sua fé se resumia em bem material, no bem lógico, diferente da lógica de Deus.
O pão simboliza tudo aquilo que sacia as necessidades do outro, pode ser fome de amor, afeto, carinho ou atenção. Por isso hoje as pessoas são tão materialistas, achando que podem comprar a felicidade através dos bens materiais. Nossas relações não podem ser pautadas pelo material, pois não podemos servir a dois senhores, a Deus  e ao dinheiro.

Para a lógica humana, pra merecermos alguma coisa, devemos ser bons, eficazes, competentes etc. Mas para Deus não é assim que funciona, pois seu amor não depende da nossa realidade.

Se você é pequenino no reino de Deus, achando que não tem estrutura intelectual, espiritual, competência, vergonha de falar em público ou de aparecer; isso não importa para Deus. O importante é que possamos usar nossos dons, qualidades e virtudes para o bem do próximo e não para nós mesmos.

Avisos:

Hoje tivemos a graça de comemoramos 37 anos de casamento do Sérgio e da Célia e 39 anos de casamento de Reinaldo e Nilza. Também tivemos presente o padre Isael Santana de Salvador que concelebrou com o padre Manoel.

 

15º Domingo do Tempo Comum – 2021


Domingo, 11 de julho.


Quem é Deus, por que Deus nos ama, e o que Ele espera de nós? Todo amor exige uma reciprocidade, de um lado alguém que ama, do outro quem é amado e que também deve responder ao amor da mesma maneira.

O evangelho de São Marcos é o evangelho mais curto e o mais antigo dos evangelistas, mas é o que mais fundamenta a divindade de Jesus, ou seja, que Jesus é Deus. No evangelho de hoje, Jesus chama os 12 apóstolos e começa a enviá-los dois a dois para anunciar a boa nova.

Na tradição Judaica, para que uma palavra tivesse autoridade, era necessária uma testemunha, então o discípulo que anunciava o reino de Deus teria alguém que o acompanhasse para dizer que aquilo era verdade.

Padre Manoel em sua homilia ressaltou que o cristianismo não é um código de moral, e sim de amor, apesar que devemos ser bons, praticar a justiça, amar o próximo, sermos honestos, fieis etc; algo que está faltando na nossa sociedade moderna, onde o centro que deveria ser Deus, foi substituído pelo homem.

Hoje vivemos o caos da intolerância porque o homem moderno tirou Deus do centro da sociedade. Por isso, para nós Cristãos, o modelo de justiça, de ética e moral está baseada em Jesus Cristo.


O SPFC não tem só no nome o Santo, mas sim diversas pessoas religiosas que de fato cultivavam no coração estes valores éticos e morais – cristãos, e que hoje, graças a elas, podemos participar das missas aos domingos no clube, trabalhando em prol da comunidade e respeitando todo o tipo de religião. A doutrina social da igreja chama isto de bem comum, preservando os relacionamentos entre as pessoas e as dimensões fraternas.

A base de nosso relacionamento é querer o bem do próximo, como diz no segundo mandamento: “Amai vos uns aos outros como Jesus vos ama”; e Jesus nos amou sacrificando sua vida por nós na cruz. Nosso dever com o próximo é amá-lo, perdoá-lo, tolerá-lo, ser paciente, exercer a caridade e ajudá-lo em suas necessidades físicas e espirituais.

AVISOS:

Hoje tivemos a graça de comemorarmos os 35 anos de casamento da Nilsen e do José Augusto que celebram Bodas de Coral. Padre Manoel deu uma benção especial aos dois depois da comunhão.

O Diretor Geral do clube Dedé, Juntamente com o Presidente do SPFC Julio Casares e com o apoio da Mara e Andréia, arrecadaram neste final de semana 300 kg de alimentos em prol da comunidade carente.

Quem quiser e puder ajudar, basta trazer, na próxima missa, 1kg de alimento não perecível.

No final da Missa o Dedé foi presenteado pela comunidade com uma cruz.

Pe Manoel está vendendo a caneca do jubileu em comemoração aos 25 anos de sacerdócio no valor de R$ 50,00. O valor arrecadado será revertido para as obras do Complexo Paroquial de Santa Suzana.

Missa – Jubileu Presbiteral Do Padre Manoel – 25 Anos


13º Domingo do Tempo Comum

Domingo, 27 de junho.


Neste dia tivemos a graça de participarmos da comemoração dos 25 anos de sacerdócio do nosso querido Padre Manoel Corrêa Vianna Neto.

Em sua homilia, Pe Manoel destacou a importância do ato de amar e que foi uma grande alegria ter celebrado este jubileu com a comunidade reunida em comemoração aos seus 25 anos de sacerdócio, e que, mais importante ainda, é celebrar o dom da vida que Deus nos concedeu.

Como diz no livro da sabedoria, Deus não quer a morte e sim a vida. E por que existe a morte? porque o diabo, por inveja de Deus, colocou a morte no mundo. Mas Jesus veio a nós para que todos tenham vida e vida em abundância.

No evangelho tivemos o contexto de duas mulheres que estavam morrendo por causa de suas enfermidades. Jesus aparece na vida delas e realiza um ato miraculoso de vida.

No caso da hemorroísa, uma mulher que teve hemorragia por 12 anos e que ninguém conseguia curar, um dia escutou falar a respeito de Jesus. Para os judeus, o sangue é a vida, e a perda de sangue significa a impureza, ou seja, a morte. Então esta mulher era impura perante à sociedade, e se alguém na multidão a descobrisse que era impura, seria apedrejada até a morte.


E mesmo assim ela teve coragem de ir ao encontro de Jesus em meio à multidão apenas para tocar seu manto, pois ela tinha fé que somente aquele gesto seria capaz de curá-la. E Jesus percebeu, naquele momento, uma força saindo de si e perguntou à multidão: “Quem me tocou?”

Nos dia de hoje, tentamos curar nossos males com as seduções do mundo, e quanto mais fizermos isso, menos experimentaremos a felicidade, porque o homem moderno não é amado e não sabe amar, tornando-se enfermo de amor. Por isso acontece problemas de relacionamento conjugais, onde a mulher não cuida do marido e vice versa, problemas familiares, problemas no trabalho, problemas de concorrências desleais etc.

Não adianta colocar um exército de leis, se o coração do homem continuar enfermo. É o caso desta mulher que tomou uma decisão em sua vida de ser feliz com as coisas de Deus. Fé é a razão de eu entender o porquê que eu passei por esta situação e não por outra. Se você não tem fé, você começa a vivenciar uma grande frustração na sua vida se entregando à depressão ou vivenciar uma neurose de angústia, de medo etc.

A hemorroísa num ato de fé, se pronuncia em meio à multidão e responde a Jesus que foi ela quem tocou o seu manto. E Jesus diz: “A sua fé lhe curou!”

A fé é a condição básica para termos qualidade de vida, saúde, felicidade e realizações.

Já a filha de jairo, chefe da sinagoga, estava morta. Jesus pegou na mão da menina e disse: “Talitá cum” – que quer dizer: “Menina, levanta-te!” Ela levantou-se imediatamente e começou a andar, pois tinha doze anos. E todos ficaram admirados. Jesus recomendou com insistência que ninguém ficasse sabendo daquilo. E mandou dar de comer à menina.

AVISOS:

No próximo domingo dia 04/07, não haverá missa no clube por conta do jogo no estádio do SP.